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Bave Energy
Legislação

Vender o excedente solar à rede: como funciona (2026)

Revisto por Emídio António Gonçalves · Técnico responsável (DGEG 80893)6 min de leitura

Resposta rápida

Sim, pode vender à rede a energia que não consome — mas o valor é baixo e indexado ao OMIE (tipicamente 0,04 € a 0,10 €/kWh), bem abaixo dos ~0,22 €/kWh a que compra. Precisa de contador inteligente e do registo de UPAC na DGEG. Conclusão: compensa quase sempre mais autoconsumir do que vender.

Autoconsumo vs venda de excedente

Há duas formas de aproveitar a energia que produz: usá-la na hora (autoconsumo) ou injetá-la na rede e recebê-la na fatura (venda de excedente). A diferença de valor é enorme:

  • Autoconsumo: cada kWh vale o que deixaria de pagar — cerca de 0,22 €/kWh.
  • Excedente vendido: cada kWh injetado vale tipicamente 0,04 € a 0,10 €/kWh.

Por isso, o objetivo de um bom dimensionamento é maximizar o autoconsumo — e vender apenas o que realmente sobra.

Quanto vale o kWh injetado

O preço de venda do excedente está, na maioria dos contratos, indexado ao mercado grossista (OMIE), pelo que varia ao longo do ano. Alguns comercializadores oferecem valor fixo, outros indexado. Compare sempre a tarifa de compra e de venda ao escolher.

O que precisa para vender

  • Contador inteligente (a E-Redes instala ou atualiza o seu).
  • Registo da UPAC (unidade de produção para autoconsumo) na DGEG.
  • Contrato de compra de excedente com um comercializador.

Tratamos do processo

A Bave Energy faz o dimensionamento, a comunicação prévia / registo na DGEG e deixa o sistema pronto para venda de excedente — sem que tenha de lidar com a burocracia. Veja também o nosso guia de licenciamento.

Então, vale a pena vender?

Vale a pena aproveitar o excedente (é melhor recebê-lo do que deitá-lo fora), mas não vale a pena sobredimensionar o sistema só para vender — o retorno está no autoconsumo. Se tem muito excedente, considere antes uma bateria para usar essa energia à noite.

Qual o sistema certo para si?

Simule a potência ideal para maximizar o autoconsumo.

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Perguntas frequentes

Sim. A energia que produz e não consome pode ser injetada na rede e vendida ao seu comercializador, através de um contrato de venda de excedente. É preciso ter contador inteligente e o registo de autoconsumo (UPAC) na DGEG.

O valor é tipicamente baixo e indexado ao mercado grossista (OMIE) — na ordem dos 0,04 € a 0,10 €/kWh consoante o comercializador e o mês, bem abaixo do preço a que compra (~0,22 €/kWh). Por isso compensa quase sempre mais autoconsumir do que vender.

Um contador inteligente (a E-Redes instala/atualiza), o registo da unidade de produção para autoconsumo (UPAC) na DGEG, e um contrato de compra de excedente com um comercializador. A Bave Energy trata da parte técnica e do registo.

Autoconsumir. Cada kWh que usa diretamente vale o que pagaria à rede (~0,22 €), enquanto o injetado vale muito menos. O ideal é dimensionar o sistema para maximizar o autoconsumo e vender apenas o excedente que sobra.

Conteúdo informativo, atualizado a 5 de junho de 2026. Os valores são orientativos e podem variar; a proposta final é sempre confirmada em visita técnica gratuita.